

Os Apóstolos
"de Jesus Cristo"
Apóstolo é uma palavra derivada do grego que significa enviado. Inicialmente Jesus escolheu doze apóstolos e os enviou para diversos lugares para pregarem a chegada da Boa Nova ou do Evangelho. Jesus também tinha para ajudá-lo em vida, além dos doze apóstolos, cerca de 70 discípulos, palavra derivada do latim que significa aluno. Nos seus doze homens, originalmente um era coletor de impostos, outro carpinteiro e vários outros eram viajantes ou pescadores que exerciam sua profissão nas águas da Galiléia. Quando foram chamados para servir, eles se dedicaram a ser testemunhas para o mundo daquele que os chamara. Abaixo segue o nome dos discípulos principais ou apóstolos escolhidos por Jesus Cristo há cerca de dois milênios:
Simão chamado Pedro, o príncipe dos apóstolos,
André, o primeiro Pescador de Homens, irmão de Pedro
João, o apóstolo bem-amado
Tiago, o Maior, irmão de João
Filipe, o místico helenista
Bartolomeu, o viajante
Tomé, o ascético
Mateus ou Levi, o publicano
Tiago, o Menor
Judas Tadeu, o primo de Jesus
Simão, o Zelota ou o Cananeu
Judas Iscariotes, o traidor
Após a traição de Iscariotes, Matias foi escolhido pelos demais para ocupar seu lugar no colégio apostólico. Mais rigorosamente seria o 13º apóstolo. Outro famoso apóstolo, Paulo de Tarso, o apóstolo dos gentios, não foi testemunha ocular de Jesus Cristo, mas convertido através de visões do Jesus ressuscitado, tornou-se um dos mais ardentes apóstolos do cristianismo.
A
BABILONIA
Passado de Babilônia
A antiga cidade de Babilônia começou imediatamente após o Dilúvio e simboliza a expressão da rebelião direta do homem contra Deus e contra a Sua ordem: “Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei a terra” (Gn 9.1b). Portanto, o reinado humano começou na Babilônia com uma rebelião clara e evidente contra Deus. O Senhor interveio e espalhou a humanidade rebelde confundindo seus idiomas. O nome “Babel” foi dado à cidade de Ninrode, por causa da sentença de Deus sobre seus habitantes (Gn 11.1-9). O Dr. Dyer explica:
Babel foi a primeira tentativa de unificação da humanidade para causar um curto-circuito no propósito de Deus. Essa primeira cidade pós-diluviana foi projetada expressamente para frustrar o plano de Deus relativo à humanidade. As pessoas buscavam unidade e poder, e Babel deveria ser a sede governamental desse poder. Babilônia, a cidade feita por homens, que tenta se elevar até o céu, foi construída em direta oposição ao plano de Deus.[2]
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Babel foi a primeira tentativa de unificação da humanidade para causar um curto-circuito no propósito de Deus. Essa primeira cidade pós-diluviana foi projetada expressamente para frustrar o plano de Deus relativo à humanidade. As pessoas buscavam unidade e poder, e Babel deveria ser a sede governamental desse poder. |
A Babilônia estava novamente em primeiro plano no sexto século antes de Cristo[3] quando Deus enviou o Reino do Sul de Israel (Judá) para os setenta anos de cativeiro. Foi nessa época que Daniel recebeu de Deus muitas de suas visões proféticas. Nessas revelações, a Babilônia foi o primeiro dos quatro grandes impérios que se levantaram durante os “tempos dos gentios” (Dn 2 e 7). A história revela que a Babilônia sofreu um declínio até o segundo século depois de Cristo, quando ficou deserta. Essa cidade soterrada sob as areias do tempo durante os últimos mil e setecentos anos recomeçou sua ascensão no século passado. Espere mais um pouco e você verá a Babilônia tornando-se uma força religiosa, comercial e politicamente dominante no mundo, pois os capítulos 17 e 18 de Apocalipse predizem sua destruição, mas, para ser a cidade que essas profecias projetam, Babilônia precisa ser reconstruída em grande escala, voltando a ser como nos dias de Nabucodonosor.
O Futuro de Babilônia
Como a Babilônia desempenhou um importante papel no passado, também já está agendado por Deus – segundo foi revelado na profecia – que ela desempenhará um papel central no futuro. Ela se tornará, provavelmente, a capital do Anticristo durante os futuros sete anos de tribulação, conforme retratado na série de ficção Deixados para Trás de Tim LaHaye e Jerry Jenkins.
A Babilônia foi a cidade mais importante do mundo por quase 2000 anos, e a Bíblia nos diz que será reerguida e colocada no palco mundial do fim dos tempos para representar um papel de destaque (Ap 14.8; Ap 16.19; Ap 17 e Ap 18). A profecia referente ao final dos tempos exige que a Babilônia seja reconstruída e se torne uma cidade importante aos interesses mundiais durante a Tribulação. O texto de Isaías 13.19 diz: “Babilônia, a jóia dos reinos, glória e orgulho dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou”. O contexto de Isaías 13 é “o Dia do Senhor”, expressão mais utilizada no Antigo Testamento para o termo largamente conhecido como “Tribulação”. Além disso, no passado a Babilônia foi conquistada por outros povos mas nunca foi destruída num cataclismo (ou seja, “como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou”). Atualmente a [região de] Babilônia tem aproximadamente 250.000 habitantes. O texto de Apocalipse 18.16,19 fala de uma súbita destruição pela mão de Deus: “Ai! Ai! da grande cidade,... porque, em uma só hora, foi devastada!” O Dr. Arnold Fruchtenbaum declara:
As profecias referentes à cidade de Babilônia nunca se cumpriram no passado, o que qualquer enciclopédia pode testificar. Para que as profecias bíblicas se cumpram, é necessário que a cidade de Babilônia seja reconstruída na mesma área de outrora. A antiga Babilônia é o atual Iraque.[4]
A Babilônia tem um importante papel na história futura, mas será totalmente destruída num determinado momento ainda por vir.
Em Apocalipse 17-18 Babilônia é citada como sendo a fonte da religião, do governo, e da economia ímpios. Todos os aspectos injustos da sociedade do fim dos tempos são, finalmente, derivados de uma fonte babilônica. O verdadeiro caráter de Babilônia é revelado a João em Apocalipse 17.5 como um mistério assim descrito:
“BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA”.
Como a mãe de todas as religiões falsas, Babilônia é a fonte onde nasce o falso cristianismo de nossos dias e, certamente, durante a Tribulação. Todas as correntes do cristianismo apóstata – catolicismo romano, as igrejas ortodoxas do Oriente e o protestantismo liberal – vão convergir na Babilônia eclesiástica (Ap 17) durante a Tribulação. O Dr. Dyer nos informa:
...em Apocalipse 17 João descreve a visão em duas partes. A primeira parte fala de uma mulher identificada como Babilônia. Simboliza uma cidade de extrema riqueza que controla – “povos, multidões, nações e línguas” (Ap 17.15). Ela é literalmente a cidade de Babilônia reconstruída.[5]
Esses povos, multidões, nações e línguas vão continuar sua tarefa de enganar, mas sofrerão o juízo de Deus durante e no final da Tribulação. Encontramos o mesmo parecer sobre Babilônia e a descrição de um destino semelhante em Apocalipse 18 referindo-se à Babilônia comercial.
O REI DAVI
"O FILME "
DAVI um dos mais famosos personagens da Bíblia: ele é uma das interessantes personalidades que nos foram deixadas pelo texto sagrado. Tão complexo em todas as suas facetas – menino pastor, músico, poeta, depois herói popular, comandante de exército, então guerrilheiro e finalmente rei – que alguns eruditos duvidam de sua existência histórica.
Entretanto, o que me chama a atenção na vida deste homem não são seus talentos, mas especialmente duas questões intrigantes. A primeira, é a sinceridade com que a Bíblia o descreve – com toda a podridão de seus pecados. A segunda questão é a expressão com que Deus o denomina: “um homem segundo o meu coração” (1Sm 13.14 e At 13.22). Interessante tal afirmação justamente diante da verdade sobre suas falhas. Que características há em Davi que o tornam um homem segundo o coração de Deus, ou seja, um homem como Deus quer que seja?
Me parece que podemos descartar a perfeição como o padrão exigido para agradar ao Senhor. Os textos são por demais enfáticos nos seus pecados para que o consideremos um exemplo de virtude. A maneira como Davi lidava com eles é que nos serve de exemplo; por isso, sempre é mencionado o caráter do arrependimento como o diferencial daquele homem. Mas penso que ainda há algo antes disso que dá a base para sua atitude humilde. Na teologia de Davi, Deus não trabalhava para ele; era Davi quem tentava descobrir a vontade do Senhor e praticá-la. Todas as suas atitudes revelavam sempre isso: uma profunda sujeição ao que Deus determinava, mesmo que fosse muito, mas muito ruim pra ele.
Vamos ver alguns exemplos:
1. Após o pecado de adultério com Bate-Seba, mentira, traição e assassinato de Urias, o bebê que ela concebera adoeceu. Davi clamou a Deus com intensidade emocionante, jejuando, chorando e orando sem parar. Não surtiu o efeito que o rei desejava: a criança morreu. Ao saber do desfecho, o monarca causou estranheza aos funcionários do palácio por sair do luto, tomar banho e se alimentar. Ele nada mais podia fazer; Deus determinara Sua decisão e ele a aceitara (2Sm 12).
2. Quando sofreu um golpe de estado da parte de seu filho Absalão, Davi fugiu de Jerusalém. Um homem lhe atirava pedras ao longo do caminho, mas Davi não permitiu que seus soldados o repreendessem, já que considerava a possibilidade de que Deus o tivesse mandado para humilhá-lo (2Sm 16).
3. Em outro episódio, após cair no pecado do orgulho, Davi ofereceu um sacrifício num terreno adjacente a Jerusalém, sobre o monte Moriá. O dono do terreno, um rico cananeu chamado Araúna, quis dar o local de graça. Davi rejeitou a proposta e decidiu pagar por tudo – tanto pelo terreno como pela madeira e o animal sacrificado. Na ocasião, o velho rei nos presenteou com um enunciado que revela seu caráter:“Não darei ao Senhor um sacrifício que não me custe nada” (2Sm 24.24). O que muitos considerariam uma “bênção”, para Davi era algo que não condizia com sua relação com Deus. Ser fiel a Deus sempre nos custa algo; sacrificar demanda alguma perda para nós.
FILME
"A PAIXÃO DE CRISTO"
"MILAGRES DE JESUS CRISTO"
01- Transformação de Água em Vinho
João 2.1-11
02 - Cura do filho do Oficial
João 4.46-54
03 - Cura do paralítico de Betesda
João 5.1-9
04 - Primeira Pesca
Lucas 5.1-11
05 - Libertação do Endemoninhado
Marcos 1.23-28; Lucas 4.31-36
06 - Cura da sogra de Pedro
Mateus 8.14,15; Marcos 1.29-31; Lucas 4.38,39
07 - Purificação do leproso
Mateus 8.2-4; Marcos 1.40-45; Lucas 5.12-16
08 - Cura do paralítico
Mateus 9.2-8; Marcos 2.3-12; Lucas 5.18-26
09- Cura da mão ressequida
Mateus 12.9-13; Marcos 3.1-5; Lucas 6.6-10
10 - Cura do criado do centurião
Mateus 8.5-13; Lucas 7.1-10
11 - Ressurreição do filho da viúva de Naim
Lucas 7.11-15
12 - Cura de um endemoninhado mudo
Mateus 12.22 e Lucas 11.14
13 - Acalma a tempestade
Mateus 8.18,23-27; Marcos 4.35-41; Lucas 8.22-25
14 - Cura do endemoninhado geraseno
Mateus 8.28-33; Marcos 5.1-14; Lucas 8.26-39
15 - Cura da mulher enferma
Mateus 9.20-22; Marcos 5.25-34; Lucas 8.43-48
16 - Ressurreição da filha de Jairo
Mateus 9.18, 23-26; Marcos 5.22-24, 35-43; Lucas 8.41,42,49-56
17 - Cura de dois cegos
Mateus 9.27-31
18 - Cura do mudo endemoninhado
Mateus 9.32,33
19 - Primeira multiplicação de pães
Mateus 14.14-21; Marcos 6.34-44; Lucas 9.12-17; João 6.5-13
20 - Anda sobre as águas
Mateus 14.24-33; Marcos 6.45-52; João 6.16-21
21 - Cura da filha da Cananéia
Mateus 15.21-28; Marcos 7.24-30
22 - Cura de um surdo e gago
Marcos 7.31-37
23 - Segunda multiplicação de pães
Mateus 15.32-39; Marcos 8.1-9
24 - Cura do cego de Betsaida
Marcos 8.22-26
25 - Cura do jovem possesso
Mateus 17.14-18; Marcos 9.14-29; Lucas 9.38-42
26 - Pagamento do Imposto
Mateus 17.24-27
27 - Cura de um cego
João 9.1-7
28 - Cura de uma mulher enferma
Lucas 13.10-17
29 - Cura de um hidrópico
Lucas 14.1-6
30 - Ressurreição de Lázaro
João 11.17-44
31 - Cura dos leprosos
Lucas 17.11-19
32- Cura do cego Bartimeu
Mateus 20.29-34; Marcos 10.46-52; Lucas 18.35-43
33 - A figueira é amaldiçoada
Mateus 21.18,19; Marcos 11.12-14
34 - Restauração da orelha de Malco
Lucas 22.49-51; João 18.10
35 - Segunda grande pesca
João 21.1-11
A HISTÓRIA COMPLETA
"DE JUDAS"
Homem de Queriote (Queriote Hezrom). Um dos doze apóstolos, o que traiu Jesus Cristo. É chamado o filho de Simão iscariotes (Jo 6. 71). o seu caráter, com o resultado final, foi sempre do conhecimento de Jesus (Jo 6.64). A sua fraqueza logo se manifestou na cena da unção em Betânia (Jo 12.4,5). As palavras, ‘por que não se vendeu?’ manifestavam o sentimento dos doze - mas a idéia de que o ungüento devia ser vendido para socorrer os pobres era de Judas, como o dá a entender S. João, acrescentando que ele tinha proposto a venda daquela essência por ser ladrão, pois ‘tendo a bolsa, tirava (isto é, subtraía) o que nela se lançava’ (Jo 12.4 a 6). E por esta revelação já se explica o ato que mais tarde praticou. Sendo ele, pois, cobiçoso, e não podendo conformar-se com a natureza da missão de Jesus Cristo, foi-se fortalecendo no seu espírito aquele sentimento que se acha indicado pelas palavras, ‘entrou nele Satanás’ (Jo 13.27) - e a triste conseqüência foi o pacto com os principais sacerdotes, e a entrega de Jesus Cristo. Depois daquela cena em Betânia, as más idéias começaram a preocupar a sus alma (Mt 26.14). Satanás achou o seu instrumento, e Judas foi ter com os príncipes dos sacerdotes (Lc 22.3,4). Provavelmente ele esperava mais do que as trinta moedas de prata (Mt 26.15), porque, na verdade, houve discussão sobre a quantia que lhe haviam de dar. Por fim, determinou fazer o papel de traidor, e esperou a ocasião. Com tudo isso não se separou de Jesus. Acompanhou o Divino Mestre e os seus colegas na ida a Betânia e de Betânia a Jerusalém - esteve com eles no horto de Getsêmani (Jo 18.2) - e na última Ceia lá se encontrava ele também, sendo lavados os seus pés pelo Salvador, e perguntando como os outros discípulos: ‘Sou eu?’ (Mt 26.25). E completou a sua infâmia, entregando com um beijo o Mestre, o que aumentou a tristeza da sua vitima (Lc 22.48). Praticada a vil ação, foi Judas atormentado pelo remorso. E pode-se dizer que o arrependimento era sincero pelo seu desejo de desfazer o que tinha praticado (Mt 27.3,4). Foi neste estado da sua alma que ele lançou aos pés dos sacerdotes as trinta moedas de prata, sendo por eles escarnecido. Foi ‘o filho da perdição’ (Jo 17.12), não havendo para ele esperança de perdão nesta vida - e assim ele ‘retirou-se e foi enforcar-se’ (Mt 27.5). As diversas descrições da sua morte se harmonizam, sendo compreendido que Judas primeiramente se enforcou em alguma árvore que estivesse à beira de um precipício, e que, quebrando-se a corda ou o ramo, ele foi despedaçado na queda. Em At 1.20 se liga a morte de Judas com as predições dos salmos 69.25, e 109.8 - vede também Jo 17.12.
MOISÉS
"O FILME "
Moisés viu ou não viu a Deus?
O fato do Senhor ter falado face a face com Moisés, como está escrito no versículo 11 de Êxodo 33, está confirmado em Números 12.8 e Deutoronômio 34.10. Existem comentaristas bíblicos que entendem a expressão "face a face" como uma expressão figurada, exprimindo amizade e franqueza. Assim, sua pergunta seria facilmente respondida. Mas nós pensamos que essa é mais que uma expressão figurada, porque o Senhor, por exemplo, apareceu outras vezes: a Abraão (compare Gn 12.7; 17.1; 18.1), a Isaque (Gn 26.2) e a Jacó (Gn 35.9). Em relação a Moisés também está escrito em outra passagem que o Senhor lhe apareceu (Êx 3.16).
Portanto, será que existe de fato uma contradição quanto à afirmação: "Não me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá" (Êx 33.20)? Não, pois Deus não se contradiz; Ele não é homem para que minta. Na Bíblia Anotada por Scofield (p. 22) temos a seguinte explicação sobre esses aparecimentos de Deus: "Teofanias são aparecimentos preencarnados do Deus Filho, em forma angélica ou humana, através de manifestações de glória (Ez 1), ou de maneira não descrita (Gn 17.1)". Mas Deus, o Pai, o Criador do céu e da terra, nunca pode ser visto por uma pessoa face a face. Somente em Jesus Cristo, Deus assumiu a forma humana e ao mesmo tempo revelou a Sua natureza interior, que é amor: "a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra de reconciliação" (2 Co 5.19). Por isso está escrito em João 1.18: "Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou." (Elsbeth Vetsch)
OS DEZ MANDAMENTOS DE MOISÉS
"DESENHO"
dez mandamentos de Moisés
1º - Amar a Deus sobre todas as coisas
2º - Não fazer imagens para adoração
3º- Não tomar seu santo nome em vão
4º - Guardar o dia de Sábado
5º - Honrar pai e mãe
6º - não matar
7º - Não adulterarás
8º - não furtar
9º - não levantar falsos testemunhos
10 º - Não desejar a mulher do teu próximo e não cobiçar teu bens
JESUS -
"AHISTÓRIA DO NASCIMENTO"
O nascimento de Jesus
(episódio bíblico)
Todas as passagens da Bíblia sobre o episódio "O nascimento de Jesus".
Leia todos os textos deste episódio:
Mateus 1
18-Foi assim o nascimento de Jesus Cristo: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, mas, antes que se unissem, achou-se grávida pelo Espírito Santo.
19-Por ser José, seu marido, um homem justo, e não querendo expô-la à desonra pública, pretendia anular o casamento secretamente.
20-Mas, depois de ter pensado nisso, apareceu-lhe um anjo do Senhor em sonho e disse: "José, filho de Davi, não tema receber Maria como sua esposa, pois o que nela foi gerado procede do Espírito Santo.
21-Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados".
22-Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta:
23-"A virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e o chamarão Emanuel", que significa "Deus conosco".
24-Ao acordar, José fez o que o anjo do Senhor lhe tinha ordenado e recebeu Maria como sua esposa.
25-Mas não teve relações com ela enquanto ela não deu à luz um filho. E ele lhe pôs o nome de Jesus.
Lucas 2
1-Naqueles dias, César Augusto publicou um decreto ordenando o recenseamento de todo o império romano.
2-Este foi o primeiro recenseamento feito quando Quirino era governador da Síria.
3-E todos iam para a sua cidade natal, a fim de alistar-se.
4-Assim, José também foi da cidade de Nazaré da Galileia para a Judeia, para Belém, cidade de Davi, porque pertencia à casa e à linhagem de Davi.
5-Ele foi a fim de alistar-se, com Maria, que lhe estava prometida em casamento e esperava um filho.
6-Enquanto estavam lá, chegou o tempo de nascer o bebê,
7-e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.
Os Três Reis
" a Estrela do Oriente"
Os Três Reis Magos Nomes e História
A história dos três reis magos é contada no livro de Mateus 2:1-12. Um sinal dos desígnios de Deus, de que a revelação do seu filho Jesus não ficaria restrita somente aos judeus, mas que através dele, o conhecimento do Senhor chegaria a toda a terra.
Os três reis magos mencionados por Mateus, foram até a cidade de Davi, representando as primícias da adoração dos gentios, todas as outras nações de fora de Israel.
Mas este episódio é cercado de muito mistério. Há muitos questionamentos acerca desses supostos "reis magos". Qual seria a origem dos reis magos? Quem eles eram? Qual é o nome desses reis magos, e o que era a estrela que seguiam?
"E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém," Mateus 2:1
Quais Eram os Nomes dos Reis Magos?
Mateus não informa especificamente os nomes dos magos do oriente, mas como os magos formaram na Média e na Persia uma casta sacerdotal respeitada, tudo nos indica que eram de origem indo-germânica.
Eles desenvolviam as ciências naturais, a medicina, a astronomia e o culto. Havia magos na Caldéia, na época de Nabucodonosor, que deu a Daniel o título de Rabi-mag, o grande sábio, como recompensa por seus serviços.
"Então o rei engrandeceu a Daniel, e lhe deu muitas e grandes dádivas, e o pôs por governador de toda a província de babilônia, como também o fez chefe dos governadores sobre todos os sábios de babilônia." Daniel 2:48
Os magos recebiam o título de sacerdotes e sábios. Isto lhes conferia muita influência sobre a sociedade. Os reis também os recrutavam para que fizessem parte do seu conselho.
Na época do nascimento de Jesus, a reputação desses homens sábios, chamados também de magos, já havia decaído muito, devido a infiltração daqueles que se dedicavam às artes ocultas, praticando trapaça e feitiçaria.
Mas Mateus ainda conserva uma descrição de que estes magos em questão, mantinham sua conduta e eram considerados, assim como os sábios da época de Daniel.
Há estudiosos que acreditam que que estes magos do oriente vieram da Caldéia, local de origem dos astrônomos e astrólogos. Há quem afirme que eles vieram de partos, da Média ou da Pérsia. Outros defendem que os magos vieram na verdade da Arábia, pois ali se produzia uma grande quantidade de incenso e mirra, oferecidos a Jesus como presentes.
Como o texto de Mateus informa somente que eles vieram do oriente, e a tradição aponta diversos locais possíveis, fica muito difícil saber a origem dos chamados "reis magos".
A Estrela dos Reis Magos
Orígenes, grande estudioso das Escrituras, nos tempos antigos, acreditava que os magos conheciam a profecia de Balaão, no livro de Números. Assim, os reis magos ficaram convencidos de que o aparecimento de uma nova estrela estaria ligada ao nascimento do Messias.
"uma estrela procederá de Jacó e um cetro subirá de Israel" Números 24:17
O termo "estrela", neste texto, parece indicar o próprio surgimento do Salvador. Em todo caso, Deus providenciou um sinal, como testemunha até para homens de nação distante, de que acabava de nascer o Rei dos reis e Senhor dos Senhores, o qual os sábios do oriente vinham para adorá-lo.
Genesis A Criação E O Dilúvio
No Princípio -
"Histórias da Bíblia (DUBLADO)"

